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sexta-feira, 11 de março de 2011

Estamos preparados?!

Divulgação
São Paulo experimentou muita água nesse verão, não apenas a cidade e parece que ultrapassou o Estado também. Ainda hoje vemos outros estados sentindo a presença da água que cai do céu. E tudo indica ser uma tendência o aumento destas águas, não o contrário.

A questão é que não vemos muita preparação por parte do governo, seja com alternativas para lidar com tudo isso, ou educação para como a comunidade deve lidar com situações deste tipo. A 'melhor solução' vista pelas autridades é a construção de piscinões, para tanto novos piscinões serão construídos em um prazo de dois anos, entrentanto, pensando na quantidade de água deste ano, e não pensando a mais. Estranho?!

Hoje lemos e assistimos a notícia do terremoto de 8.9 na escala Ritcher no Japão que, consequentemente, causou um grande tsunami e destroí o nordeste do Japão. O evento natural ainda causa efeitos em parte dos Estados Unidos, porém em nível mais baixo.

Há 140 anos o país não sentia tremor deste nível, o estado de emergência foi declarado e apesar do estrago, a situação ainda não foi pior devido a preparação do país. Japão já sentiu a fúria da natureza por mais de uma vez, logo, se prepara. Nos Estados Unidos também ouve uma organização de emergência ao saber da possibilidade de reação em suas terras, mas, também estão acostumados a se preparar para situações como estas.

Nosso país, infelizmente, ainda não conseguiu lidar nem com as intensas chuvas, logo, me pergunto o que seria de nós em eventos como estes: terremotos, tsunamis, furacões, etc.,etc. É preciso começar a pensar nestas questões, já estamos atrasados, e a natureza tem dia a dia mostrado a sua reação ante o comportamento humano para com ela.

É preciso prestar atenção ao que está acontecendo ao redor, para compreender que piscinões já são a melhor opções, ultrapassados e insuficientes. É torcer para o pior não acontecer por aqui, ou, estarmos preparados, de alguma forma, para as novidades da natureza em território brasileiro.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

A reforma do Deck

Dizem que brasileiros não reagem muito a não produtividade de seu governo. Bem, discordo. Acredito, de verdade, na ausência de passividade deste povo. A diferença está no modo como se expressa, às vezes, em um voto, outras em um grito besta, ou colocando fogo no ônibus.

Somos um povo criativo isto não pode ser negado, quantos dos nossos foram levados embora por suas ideias. Talvez, por esta razão, este seja o nosso tempo, um tempo em que ideias valem ouro.

Passeando pela orla marítima de Santos/SP fui até o Deck do Pescador. Lugar delicioso, com luzes, banquinhos, pescadores e suas iscas piscantes e coloridas, você ainda pode ver navios de carga na ponta do nariz e se tiver pique, aguardar até o amanhacer para observar a chegada dos cruzeiros marítimos.

O deck passa por reforma, a parte realizada ficou de tirar o chapéu, mas, o outro lado do deck não foi finalizado. Bem, segundo um parente da última vez que esteve lá - outubro/2010 - para hoje nada mudou, isto é, são apenas três meses sem a finalização de um pedacinho de nada. Isso até onde nós, meros turistas, sabemos.

Entretanto, um aviso, pregado na madeira, de Sra.Vagaresa pode nos esclarecer um pouco sobre o acontecimento e digo, eles estão de olho, quando acham que o povo se calou, estão mais participativos do que nunca e, com o senso de humor bem verde e amarelo.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Celebridades Política

Incrível o que a falta de um marido não faz em um país como Brasil.

Dilma é discutida nas rodas de conversa como possível pessoa que gosta de pessoas do mesmo sexo - não me lembro de discussão semelhante para políticos sem mulher. E, na ausência de uma primeira-dama a esposa do vice-presidente ganha mais destaque do que o discurso da presidenta e até do que a própria presidenta.

Três dias após a posse vejo mais fotos de Marcela Temer e fatos sobre sua vida, do que sobre o café da manhã de Dilma Rousseff em sua nova residência. Não me surpreenderei se a casa de Dna.Temer parar nas folhas de CARAS.


A Bela Brasilidade

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Nossa Língua Brasileira

Ah...essa brasilidade me fascina!!!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Cadeirinhas ou Cadeirões?


Com relação as cadeirinhas infantis de segurança, eis uma questão que parece não ter sido levada em consideração: o tamanho.

Tecnicamente a importância dessas cadeirinhas se dá pelo fato de a criança ter um determinado tamanho que impede de utilizar o cinto se segurança de 'adultos'. Isto é, ela fica solta no banco de trás, sendo mais perigoso em situações de acidentes.

A questão é que, atualmente, as crianças tem tamanhos diferentes. Como colocado pelo 'marronzinho', uma criança de 7 anos pode aparentar ter 10 anos. E, tenho que concordar. Minha prima de 10 anos já parece uma adolescente de 15 anos. Ou aqueles guris, que esticam tanto, até parece que o leite materno tinha fermento.

Desta forma, imagine que belezinha, uma criança com tamanho de 10 anos em uma cadeirinha de 7 anos!!!...A cena com certeza seria bizarra.

Talvez, mais do que estipular idade, seja necessário estabelecer tamanho. E avaliar melhor a obrigatoriedade desta cadeirinha. Pois, aqui entre nós, mesmo sendo obrigatório o cinto no banco de trás, são poucos os que realmente utilizam, mesmo sendo de suma importância.

Ah...e vale constar, a desculpa de ausência de cadeirinhas para comprar, não cola mais hem 'brasileiros', pois, foi utilizada no mês de junho. Hihi...